Era uma vez uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome: Joaquim Gonçalves
Um era sacerdote e o outro, taxista.
Quis o destino que morressem no mesmo dia.
Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Não, o taxista.
São Pedro consulta as suas notas e diz:
- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina
com incrustações de rubis. Podes entrar.
- O teu nome ?
- Joaquim Gonçalves.
- És o sacerdote ?
- Sim, sou eu mesmo.
- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.
O sacerdote diz:
- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!
- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...
- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia.
Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... isto?
- Não é nenhum engano - diz São Pedro. - Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.
- Não entendo!
- Eu explico. Agora orientamo-nos por objectivos. É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar.
Resultados! Percebeste? Gestão por Objectivos! O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar é completamente secundária...!
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
T-shirts
A turma de Direito resolveu colocar uma frase numa t-shirt que
virou moda no Campo Universitário:
'O teu namorado não faz Direito? Vem cá que eu faço.'
Em seguida, o pessoal de Medicina largou a seguinte:
'Ele pode até fazer Direito, mas ninguém conhece teu corpo
melhor que eu.'
O pessoal de Administração não deixou para menos:
'Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber
Administrar o que tem.'
O pessoal de Administração ficou bem na fita até que a turma
de Agronomia apareceu com a seguinte frase:
'Uns conhecem bem, outros fazem direito e alguns sabem
administrar o que têm, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!'
Aí o pessoal da Publicidade largou esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar
e plantar a mandioca, se depois não puder contar para todo mundo?'
A turma da Engenharia, não se deu por achada, e saiu-se com esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar
a mandioca, e poder contar para todo mundo, se não tiver energia e
potência para fazer várias vezes?'
Mas a frase que ficou foi a da Economia
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar
a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para
fazer várias vezes, se a mulher gosta mesmo é de dinheiro?'
Ninguém discutiu por um tempo, até que, as MENINAS do Curso de NUTRIÇÃO
Saíram-se MUITO BEM (mas, MUUUUUUITO BEM, MESMO!) com esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer Direito, saber administrar, plantar
a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para
fazer várias vezes e, ter dinheiro... Se, no final das contas... nós
precisamos sempre de ensinar a comer!!!'
virou moda no Campo Universitário:
'O teu namorado não faz Direito? Vem cá que eu faço.'
Em seguida, o pessoal de Medicina largou a seguinte:
'Ele pode até fazer Direito, mas ninguém conhece teu corpo
melhor que eu.'
O pessoal de Administração não deixou para menos:
'Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber
Administrar o que tem.'
O pessoal de Administração ficou bem na fita até que a turma
de Agronomia apareceu com a seguinte frase:
'Uns conhecem bem, outros fazem direito e alguns sabem
administrar o que têm, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!'
Aí o pessoal da Publicidade largou esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar
e plantar a mandioca, se depois não puder contar para todo mundo?'
A turma da Engenharia, não se deu por achada, e saiu-se com esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar
a mandioca, e poder contar para todo mundo, se não tiver energia e
potência para fazer várias vezes?'
Mas a frase que ficou foi a da Economia
'De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar
a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para
fazer várias vezes, se a mulher gosta mesmo é de dinheiro?'
Ninguém discutiu por um tempo, até que, as MENINAS do Curso de NUTRIÇÃO
Saíram-se MUITO BEM (mas, MUUUUUUITO BEM, MESMO!) com esta:
'De que adianta conhecer bem, fazer Direito, saber administrar, plantar
a mandioca, poder contar para todo mundo, ter energia e potência para
fazer várias vezes e, ter dinheiro... Se, no final das contas... nós
precisamos sempre de ensinar a comer!!!'
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